MONARQUIAS NACIONAIS E ABSOLUTISMO

 

  • Observem estas informações que já vimos em aulas anteriores:

 

* NO FEUDALISMO:

- O poder era descentralizado;

- O senhor feudal era a autoridade máxima

- O rei era apenas uma figura decorativa

 

* COM O SURGIMENTO DAS CIDADES/COMÉRCIO:

_ Nasceu uma nova classe: A burguesia

- Acabou o sistema feudal

- Houve a unificação dos Estados Nacionais

- Houve centralização do poder

- Surgiram as Monarquias Nacionais

- Os reis começam a ter poder absoluto

 

O novo sistema de domínio dos reis ficou conhecido como absolutismo:

 

O Absolutismo

 

Podemos definir o absolutismo como um sistema político e administrativo que prevaleceu nos países da Europa, na época do Antigo Regime (séculos XVI ao XVIII). No final da Idade média (séculos XIV e XV), ocorreu uma forte centralização política nas mãos dos reis.

 

A burguesia comercial ajudou muito neste processo, pois interessa a ela um governo forte e capaz de organizar a sociedade. Portanto, nesta época, o rei concentrava praticamente todos os poderes. Criava leis sem autorização ou aprovação política da sociedade. Criava impostos, taxas e obrigações de acordo com seus interesses econômicos. Agia em assuntos religiosos, chegando, até mesmo, a controlar o clero em algumas regiões.

 

Todos os luxos e gastos da corte eram mantidos pelos impostos e taxas pagas, principalmente  pela população mais pobre. Esta tinha pouco poder político para exigir ou negociar.  Os reis usavam a força e a violência de seus exércitos para reprimir, prender ou até mesmo matar qualquer pessoa que fosse contrária aos interesses ou leis definidas pelos monarcas.

 

Exemplos de alguns reis deste período:

 

Henrique VIII da Dinastia Tudor: governou a Inglaterra no século XVII.

Elizabeth I Dinastia Tudor: rainha da Inglaterra até 1603.

Fernando e Isabel: Governaram a Espanha no século XVI.

Luís XIV Dinastia dos Bourbons: conhecido como Rei Sol governou a França entre (1643 e 1715).

 

 

Teóricos do Absolutismo.

 

Muitos filósofos desta época desenvolveram teorias e chegaram até mesmo a escrever

Livros defendendo o poder dos monarcas (reis) europeus. Abaixo alguns exemplos.


 

Jacques Bossuet




Para este filósofo francês, o rei era representante de Deus na Terra. Portanto, todos deveriam obedecê-lo sem contestar suas atitudes.

 

                                                                             

 

 




 


Nicolau Maquiavel: 


Escreveu um livro, O Príncipe, onde defendia o poder dos reis. De acordo com as ideias deste livro, o governante poderia fazer qualquer coisa em seu território para conseguir a ordem. De acordo com o pensador, o rei poderia usar até mesmo a violência para atingir seus objetivos. É deste teórico a famosa frase: Os fins  justificam os meios.

 

 

 





 


Thomas Hobbes: 


Este pensador inglês, autor do livro O Leviatã, defendia a ideia de que o rei salvou a civilização da barbárie e, portanto, através de um contrato social, a população deveria ceder ao Estado todos os poderes. 

 

 



Atividades Avaliativas

Responda as questões abaixo.

1. Explique o que significa Monarquia Absoluta?

 2. Qual a importância da monarquia absolutista para a burguesia?


 

3. Este pensador inglês, autor do livro O Leviatã, defendia a ideia de que o rei salvou a civilização da barbárie e, portanto, através de um contrato social, a população deveria ceder ao Estado todos os poderes.  Este grande filósofo que defendeu o absolutismo Foi:

 a) Adam Smith.     b) Jean-Jacques Rousseau.  c) Thomas Hobbes     d) Henrique VIII.

 

4. Quando se estuda o absolutismo monárquico, é frequente vermos a frase “O Estado sou Eu’, proferida pelo Rei Sol, Luís XIV”. É correto dizer que essa frase:

a) Torna patente o uso do simbolismo solar, característico da maçonaria francesa.

b) Explica o conteúdo do absolutismo, no qual o rei é a fonte da soberania e do poder.

c) Que a França na época não era governada por um rei.

d) Foi proferida após Luís XIV ter governado a Inglaterra.


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